Conheça os três testes genéticos que ajudam a decifrar o funcionamento do corpo

hands of scientist with a molecular structure at the lab

Imagina só conseguir decifrar o funcionamento do nosso corpo? Essa ideia, até pouco tempo atrás, era algo completamente absurdo ou, no mínimo, bem futurista, mas, graças ao avanço da ciência e da tecnologia, a análise dos dados do nosso DNA se tornou pra lá de possível. Tudo isso começou a partir do Projeto Genoma Humano, estudo científico que durou mais de dez anos, que envolveu alguns países, entre eles, o Brasil, e resultou na descoberta (nos anos 2000) dos milhares de fragmentos ou genes que guardam as informações de todas as nossas características físicas, como a cor dos olhos e a facilidade para engordar ou emagrecer, por exemplo.

Ter em mãos informações desse tipo possibilitou a análise dos dados impressos em nossos genes para verificar possíveis alterações capazes de levar a doenças, ajudando assim a preveni-las, além de favorecer o campo da estética, da nutrição e do condicionamento físico. A querida nutricionista Ana Cláudia Poletto falou um pouquinho a respeito disso recentemente, aqui no blog, lembram? (clique aqui para lembrar)

Em todos os casos, a propensão à determinada característica genética não é garantia absoluta de desenvolvê-la. Vale a pena pesquisar! Olha só!

Teste para potencializar o treino
Sabe aquela decepção que a gente sente por não conseguir os resultados esperados em relação à atividade física, mesmo treinando pra valer dentro ou fora da academia? Pois é! Se você se identifica com o que estou falando, fique sabendo que a explicação para isso pode estar na genética. Isso porque a forma como o seu corpo responde aos treinos aeróbicos de força e de explosão pode influenciar negativamente, assim como a existência de uma forte tendência de ganho de peso e massa muscular. É por isso que o teste genético pode ajudar. A partir dele, é possível montar treinos de acordo com o perfil do paciente, de modo a fazer com que o seu corpo responda de forma mais rápida e eficaz. O teste pode, ainda, detectar a tendência de desenvolver doenças como hipertensão e diabetes, possibilitando que o profissional de educação física estabeleça treinos que também diminuam os níveis de açúcares no sangue.

Para emagrecer
A dificuldade para perder peso também pode ter relação com a genética. Se uma pessoa apresenta alterações nos genes ligados à queima dos açúcares, gorduras e proteínas, por exemplo, pode “penar” para emagrecer. Mas, mesmo assim, vale ressaltar que a genética exerce uma influência de, no máximo, 25% sobre o metabolismo – o restante depende de nós!

Para retardar os efeitos da idade
Já é sabido por nós que temos predisposições genéticas para algumas coisas. Uma pessoa pode ter mais propensão à acne, às manchas, às rugas e à flacidez do que a outra, assim como a alterações inflamatórias como a celulite, à calvície e, até mesmo, ao melanoma (tipo mais agressivo de câncer de pele). Portanto, a análise dos dados genéticos também tem ajudado a determinar os cuidados que devemos ter e os ativos para fórmulas manipuladas que devemos usar para desacelerar a evolução desses e muitos outros problemas estéticos. Incrível, não?

Fonte das informações: Site “M de Mulher” (www.mdemulher.abril.com.br)

Image Map
528
Views

Comentários