Você já parou para pensar sobre a qualidade da água que você bebe?

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Em tempos de escassez de água nos reservatórios de praticamente todo o país, ressaltar a importância dela para vivermos bem é mais do que necessário. Por isso, resolvi dedicar o post de hoje para esclarecer que esse tal líquido insípido, inodoro e incolor, ao contrário do que muita gente pensa,também tem lá suas particularidades, que podem fazer (acredite!) mal à saúde. Afinal, muita marca de água mineral por aí não se preocupa com a qualidade do produto, determinada pela quantidade e qualidade de seus minerais. 

Por isso, ficar de olho nos elementos descritos no rótulo é muito importante. O sódio, por exemplo, deve ser o primeiro fator a ser analisado, mas o ideal é buscar o equilíbrio entre o pH e os níveis de outros minerais importantes para a saúde, como o potássio e o magnésio. Olha só!

pH
O “potencial hidrogeniônico” é uma escala que mede o nível de acidez da água. A recomendação da American Public Health Association é que o pH varie de 7 a 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina. Isso porque pHs mais ácidos, de 0 a 6, atrapalham o organismo em sua tarefa de anular os radicais livres.

Potássio
Quanto mais potássio na água, melhor. Esse mineral faz muito bem aos músculos porque evita cãibras e ainda favorece o controle da pressão arterial.

Magnésio
Uma água bem abastecida com magnésio pode auxiliar em dificuldades intestinais. Além disso, estudos indicam que ele contribui para o equilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

Cálcio
Importantíssimo para os ossos, por protegê-los contra a osteoporose, o cálcio é (ainda bem!) um dos componentes mais comuns presentes nas garrafinhas de água.

Sódio
Como todo mundo sabe, sódio, em excesso, eleva a pressão, além de causar outros malefícios para a saúde. Por isso, se houver mais do que 200 miligramas dele por litro de água, o termo “contém sódio” precisa estar na embalagem. O melhor é optar pelo produto com menor teor desse mineral.

Bário e Nitrato
Ambas as substâncias fazem parte do grupo de químicos prejudiciais ao organismo, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, devem aparecer em doses bem pequenas (abaixo de 0,7 mg/l e 50 mg/l), respectivamente.

Além dos elementos acima, escolher um produto cuja fonte seja mais próxima do local de consumo também é importante. Isso porque as garrafas de água são transportadas em caminhões e costumam pegar muito sol, o que favorece a liberação de substâncias tóxicas devido ao aquecimento do plástico.

 

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